Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2006

Agora

Ontem conheci-te, encontrei-te e de repente tudo fez sentido. O passado tornou-se numa doce lembrança, sem amarguras e sem prisões!
De repente passaste a ser aquilo que sonhei em criança e embarquei nos teus braços sem temer o futuro, com sofreguidão a sugar o presente, com ansiedade à espera de ser tua!
Dum dia para o outro transformaste-te no meu poeta, o único que ao ler me faz realmente chorar de emoção, o único que me desperta os sentidos, que me arrasta para além do que sou capaz…
Escutei-te como nunca escutei ninguém, compreendi-te como nunca compreendi ninguém, e correspondi-te como nunca quis corresponder a ninguém!
Hoje estás aqui comigo, aproximas-te por trás e beijas-me o pescoço com a tua ternura… aqueces-me apertando-me contra ti, murmuras que me queres e viras-me para me olhar nos olhos.
Ficamos assim quietos, como se mais nada permanecesse, engrandecidos num mundo virtual no qual mais ninguém faz sentido.
Não duvido porque sinto a tua respiração, não duvido porque nos teus olhos leio o mesmo pensamento, e no teu abraço o mesmo desejo.
E sem palavras beijas-me os lábios, suavemente e com cuidado…num afago que me enfraquece.
Abro mão de tudo e cedo, entrego-me a ti e admito sem reservas…estou inevitavelmente doida por ti!
Agora não sei, irei talvez dormir…sempre contigo no pensamento porque…preciso de ti nos meus sonhos!

 


Inventado por alexiaa às 01:45
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De Anónimo a 9 de Janeiro de 2006 às 20:56
Comentário ao comentário: de vez em quando a escrita ganha vida própria, transcendendo o autor. De quando em vez, parece agressiva quando pretendia ter alguma candura, snobs quando pretendia ser simples. A tua escrita é simples, eficaz. Remete quem lê para sentimentos conhecidos, identificáveis. Não há mérito em escrever de forma hermética, cerrada, somente decifrável por gente que não tem mais nada que fazer que não seja...decifrar.
Há porventura algo que posso aprender contigo: ser mais escorreito no que escrevo, tentar não ir a prateleiras demasiado altas ou bolorentas na minha cabeça para transmitir o que sinto. À espera do próximo texto para comentar, MRA
Miguel Antunes
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(mailto:miguel.ribeiro.antunes@hotmail.com)


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