Sexta-feira, 12 de Outubro de 2007

A precisar das férias...

Um dia descobrimos que estamos apaixonados!
A sensação não preciso de explicar ser inexplicável, é um processo matreiro que não dá para evitar, uma espécie de moinha na cabeça que vai assentando aos poucos mas que tem uma dor muito específica e também ela incompreensível
Curiosa é a forma como medimos a intensidade da nossa paixão, nunca temos noção do tamanho dela até ao momento da primeira separação, primeira zanga, primeiro despertar alvoraçado…
E as vezes as coisas terminam. Porque não há reciprocidade, porque alguém morre, porque não têm que ser!
Faz-se o luto, chora-se muito, tenta-se sobreviver a uma dor que achamos na altura impossivel de suportar, que nos extingue, que assumimos eternas!
De repente lembramo-nos do amor que vivemos antes…daquele amor que acabou e que julgamos insubstituível, aquele amor que não vingou e que pensamos não voltar a ter!
E aqui é impossivel não parar de chorar…Afinal podemos ter mais que um grande amor na vida, é possível voltar a sentir incoerências entre o corpo e a cabeça, é viável ter prazer com outra pessoa e criar expectativas de um presente imenso de amor!
E é então aqui também que se torna impossivel compreender a saudade que sinto de ti! É nos dias de maior fé que não explico o cantinho que tens guardado na minha vida, a ilusão dum reencontro que não vai nunca acontecer!
 
Quando me esforço por te esquecer…apaixono-me numa reinvenção de ultimo recurso. Curioso é que sempre que isso acontece deixo de gostar mais depressa de mim do que de ti, só tu…foste sempre só tu que me fez amar-te amando-me!
 
música: Esta uma trapalhada mas dá para...viajar!

Inventado por alexiaa às 22:36
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30 comentários:
De V.A.D. a 13 de Outubro de 2007 às 01:57
Os sentimentos invadem a vida, tornando-a, à vez, um desafio ou um lugar seguro, uma tempestade faiscante ou uma indizível serenidade. O amor é o mais extraordinário dos sentimentos: tudo mistura, tudo confunde. É o contentamento descontente do poeta, é o píncaro mais elevado, mas também pode representar a queda maior. Aquilo que descreves é, creio eu, a prova de que há um amor que marca mais profundamente que todos os outros... Talvez seja esse o verdadeiro, o absoluto...
Desejo-te um fim-de-semana muito, muito agradável!

Um beijo... :-)


De alexiaa a 23 de Outubro de 2007 às 15:13
O amor é realmente confuso para caraças:)
Sim...talvez haja um que de distinga, algo que mesmo terminando nos deixe um doce sabor de plenitude!

Grata pelos votos de bom fim de semana, foi tão agradavel que ainda me sinto...flutuar:)

Outro beijo...:)


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