Sábado, 31 de Dezembro de 2005

Sigh

Alguém que muito considero traduziu-me uns ais que larguei em abundância. Sigh, acto de suspirar!!!
Suspiramos porque a mente implora por descanso, o peito exige ar, os ombros querem ser descaídos, os olhos fechados, a face um sorriso, nas costas um arrepio.
Suspiramos de amor, de cansaço, de paixão.
Suspiramos de emoção, de saudade, na solidão!!!
Suspiramos assim que nascemos…encerramos a vida com um suspiro final!!!
Suspiramos de alivio…de sofrimento!
Gemi ontem de forma branda, suave e consolada, tenuemente confortada.
Murmuro ais hoje ligeiramente melancólicos, tristes e sombrios, tenuemente agitada.
Amanha serão sussurros angustiados, atormentados e aflitos, tenuemente desesperada.
Sigh...Acto de suspirar, incapacidade de suster o desejo de te ter!!!


Inventado por alexiaa às 20:52
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5 comentários:
De Anónimo a 7 de Janeiro de 2006 às 10:18
respiração mais ou menos prolongada, produzida por desgosto ou incómodo físico; ânsia; gemido;
ai; murmúrio suave; pequeno orifício por onde se leva a luz e o ar a uma mina ou túnel; perpétua (planta);saudade (planta); bolo feito de claras de ovos e açúcar.
Após esta definição de suspiro, acho que é uma palavra que merece mais atenção visto a imensidade da sua dimensão.imensa
(http://imensa.blogspot.com)
(mailto:)


De Anónimo a 2 de Janeiro de 2006 às 19:55
Porque está muito barulho na sala, fica só uma rectificação...37 para ser especifica!!!alexiaa
(http://alexandra)
(mailto:salexia@hotmail.com)


De Anónimo a 2 de Janeiro de 2006 às 19:26
És uma quarentona só. Estás a (re)descobrir alguma docura em ti. Alguma sexualidade começa também a surgir, pungente, a querer ser satisfeita. Delicias-te com o excesso, com a provocação. Tudo menos ser igual aos outros, ao resto do rebanho. Inconformada, atenta, exploratória: se tiveres orelhas grandes és o MEC (por falar nisso, onde é que ele anda?). Mas tens aqui um leitor curioso. Vira jornal que eu compro.Miguel Antunes
</a>
(mailto:miguel.ribeiro.antunes@hotmail.com)


De Anónimo a 2 de Janeiro de 2006 às 18:41
Partilhei e partilho as coisas importantes da vida contigo. Nunca foram essas as que nos separaram. As que falharam foram as pequenas, as irrelevantes, as supérfluas.
Cada uma dessas pequenas coisas tinha uma dessas onomatopeias anglófonas em si. Por cada pequena decepção, por cada pequena promessa que caiu por terra existiu um misterioso processo físico de separação do “sigh”, que ou se libertava, ou ia encher um enorme reservatório, que passado década e meia se esvaziou, calma, mas inexoravelmente.

Talvez por isso encontre alguma beleza em cada um desses sons. Sou pai ou mentor de alguns deles. E convenhamos, sigh é bem mais bonito que crash ou kaboom…

</a>
(mailto:)


De Anónimo a 2 de Janeiro de 2006 às 13:36
olá, saudações bloguistas =) eu disse que voltava, então cá estou eu novamente. Para começar, como sempre, adorei este artigo e enquanto o li não pude evitar um ou dois suspiros que me saíram espontaneamente. Eu não chamaria a isto "artigos", eu acho que são mesmo reflexões. Acho que é por isso que adoro o teu blog, porque gosto de coisas e pessoas que me estimulem mentalmente. Vá tenho de ir, a impaciência chama-me! Ricky
(http://www.newsensations69.blogs.sapo.pt)
(mailto:ricky_ricardof@hotmail.com)


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