Terça-feira, 10 de Janeiro de 2006

Para bom entendedor...

Não estou a conseguir continuar…está na altura de voltar a acreditar em tudo o que sempre acreditei, é agora a altura em que te “largo” para não mais voltar a ter-te, o segundo em que percebo que as horas não avançam, que os dias trancaram num desassossego que só me angustia, que estou perdida num desalento que não tento combater.

E pronto…escrevo estas coisas e tento forçosamente concentrar-me nelas, realizá-las em acções, assimilar que são verdade e transformá-las numa realidade patética de tão falsa que seria.
Este texto é somente assim…a demonstração de como se pode estar exausto e ao mesmo tempo repleto de energia para reinventar formas de continuar à espera que nada seja como sabemos que é!!!


Inventado por alexiaa às 15:07
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8 comentários:
De Anónimo a 11 de Janeiro de 2006 às 12:54
Estupefacto, esmagado pelo saber contido nos comentários, não deixo de me questionar se não se levam os conteúdos demasiado à letra. Por exemplo: há objecto a quem o blog se dirija? Se não, é um simples exercício de catarse, e não tem que fazer sentido, como quem, por exemplo da moda, escreve na figura de um homossexual nunca o tendo sido. Há alguém de quem se lamente a perda, de quem se cante a existência e virtude? Se não, há o lamento de não sentir a dor “que deveras sente”. Resumo: os sentimentos sem aplicabilidade são abstractos, não devendo ser levados demasiado a sério. “Sofremos muito com o pouco que nos falta e gozamos pouco o muito que temos”… mas por quem sois, continuai a comentar…Miguel Antunes
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(mailto:miguel.ribeiro.antunes@hotmail.com)


De Anónimo a 11 de Janeiro de 2006 às 10:53
...corrigindo...."anto é como nâo é"...leia-se "tanto é como não é; ..."todos enteimentos"....leia-se "todos entendimentos"Lourenço119
(http://...)
(mailto:csonhador@hotmail.com)


De Anónimo a 11 de Janeiro de 2006 às 10:49
Ora aquiestá uma boa demonstração de como se lê e interpreta diferentemente o mesmo estado de espírito:uns lidam mal com a bivalência das emoções pois tanto se ama como logo se odeia - Oh! como os sentimentos se misturam nos limites, formando um delta emocional por onde desaguam sensações díspares de matiz comum afluindo ao mar do nosso pensamento! - Mas para fugir a essas torrentes do "anto é como não é" logo outro repristina a Bem-aventurança da Santa Igorância porque assim se verá Deus! E assim sejam plurímos os significados que se tiram das leituras, a bem de todos os enteimentos.Com um beijo Lourenço119
(http://...)
(mailto:csonhador@hotmail.com)


De Anónimo a 11 de Janeiro de 2006 às 09:34
Bem ... eu estou assim um bocadinho como o Pagan, a dualidade dos sentimentos que transferes para os teus textos, estão a deixar-me um bocadinho baralhada...Também já deixei de tentar perceber há muito tempo, não te preocupes :)...De qualquer forma, aquilo que sentimos não depende exclusivamente da nossa vontade nem aquilo que os outros sentem por nós depende dos nossos desejos!! Assim... seria tudo demasiado fácil e sobretudo bem mais entediante! Beijo grande.Essa_Miuda
(http://www.sonhadorainata.blogs.sapo.pt)
(mailto:Essa_Miuda72@hotmail.com)


De Anónimo a 10 de Janeiro de 2006 às 23:43
Bocage já dizia qualquer assim: Gostava tanto de ser ignorante, seria meio caminho para a felicidade. Eu costumo dizer: Paciência... A ver vamosPatrique
(http://botagelo.blogs.sapo.pt/)
(mailto:patriquego@sapo.pt)


De Anónimo a 10 de Janeiro de 2006 às 19:12
Como este post "parece" tão diferente do anterior. Como se os sentimentos em turbilhão, fossem actores brigando pelo centro do palco. Esta dualidade de [Ter/Não querer] é-me mais estranha do que a recíproca. É mais fácil lidar com o Não ter.Pagan
(http://paganheart.blogs.sapo.pt)
(mailto:henriquemoreira1@hotmail.com)


De Anónimo a 10 de Janeiro de 2006 às 19:05
Vininha disse: "...e que seja eterno enquanto dure." Um desejo, não uma realidade. Mas tens razão ao dizer que é uma questão de perspectiva, quando o amor termina, há sempre duas versões para a mesma realidade. Obrigado pela visita, (a história continua muito em breve).Pagan
(http://paganheart.blogs.sapo.pt)
(mailto:henriquemoreira1@hotmail.com)


De Anónimo a 10 de Janeiro de 2006 às 15:49
Lá vinha eu dar um retoque, se é que isso era possível, à imagem do "agora", mas já um novo instante o eliminou. Este "agora" já era. Vale o instante de "bom entendedor"...Ai...Alma, como, enlanguescida, cantas/A gula lasciva de pensamentos/Que mil desejos em nós levanta/........ Sonhos, delírios, outras coisas tantas/Frémitos, dúvidas, estouvamentos/Emoções que s`embargam na garganta/.......Insónia melódica que alcança/O timbre dócil do encantamento/Despoletando cardíacas danças/Com arritmias fortes no batimento/.......E num alvoroço d`êxtase avança/Deixando cores de contentamento/O canto com que tu, alma, encantas/As paixões que, surdas, ouvem por dentro! ...Com um beijo Lourenço119
(http://.....)
(mailto:csonhador@hotmail.com)


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