Quinta-feira, 30 de Abril de 2009

Even...

 

 
Agito-me incomodada com um ligeiro calor.
A ansiedade é irritante e constante, rebelde e incontornável.
Na boca e porque te amo o sabor é de mel. Espesso…quente e macio!
Movimento-me sem norte e praguejo ameaças inconsequentes.
A falta de ar é inevitável e angustiante, inconveniente e lancinante.
O mel do tanto que te amo amacia-me a garganta. Denso ainda, morno apenas, docemente adequado!
 
Decido ser tal como sou…informo-te!
Decides ser tal como és…
 
Abrando amolecida com um ténue desanimo.
A tristeza é mais que um momento, profetiza e oculta.
Na boca e porque o amor permanece, o sabor do mel resiste. Aguado…frio e áspero!
Deito-me no escuro e prometo consciente uma distancia sem truques.
Respiro aliviada, suspiro esperançada e aquietada.
Esforço-me por fazer deslizar esta forma de amar. Amarga, gela-me os sentidos, arranha o imaculado!
 
 
À  Alexandra, que tal como eu adora um bom...Even:).
 
 
 
 
música: Alexandra...leaving!

Inventado por alexiaa às 01:15
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8 comentários:
De teresa a 3 de Maio de 2009 às 03:02
e sem frete comento...
ao ler-te ... mais me entendo a mim... é exactamente assim
e não há finais :)
eu não gosto de finais .... se calhar por isso quase nunca leio os livros até ao im, por vezes ficam só duas ou três páginas por ler...

não finalizes


De alexiaa a 5 de Agosto de 2010 às 23:33
E a curiosidade?:)))


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