Quarta-feira, 7 de Novembro de 2007

III

Vim à igreja amor!
Esta fechada pelo que me resta circunda-la intrigada.
Á medida que avanço estremeço com a velocidade dos meus pensamentos. Receio não saber um dia transmitir-te a intensidade da emoção que me invade agora.
Penso na minha vida, na nossa história, no que seria nós dois juntos para sempre e espanto-me com a forma atravancada com que altero projectos futuros, com que sem expectativas dum nós iludo-me com um amanha improvável.
Sento-me na escada. O calor é doce e saboroso, a minha cara quente do vinho que beberiquei ao almoço.
Começa a chuviscar…
Dos lábios solto um amo-te sem som, dos olhos lágrimas secas que decifro pelo ardor dos mesmos, pelo soluço reprimido e ténue que solto involuntariamente.
Tenho de parar…o caderno está molhado, o céu solidário com a minha tristeza, a chuva amante deste meu desgosto!
 

Inventado por alexiaa às 20:14
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