Sexta-feira, 25 de Maio de 2007

???

 

Passo-me da cabeça com este precisar de um amor fantástico para conseguir ser boa pessoa, para desarmar conceitos inflexíveis, para quebrar securas infiltradas.
Tenho dias em que me enraiveço por não ter conseguido manter-me céptica durante o nosso tempo…ou se calhar esta raiva é por ter deixado a tua partida apagar o que contigo aprendi a ser!
Este é o dia em que tomo consciência de que estive quase lá…o instante em que de forma convulsiva soluço uma perda imbecil, a noção límpida da saudade sempre presente que me atira de rompante para um desespero que me extingue!
Enfureço-me com esta personalidade incoerente, com esta mulher que contigo derrubou barreiras de juízos pré concebidos, que por ti abandonou posturas ásperas e tiranas.
Ai…tenho dias em me dói tanto o retorno da descrente…ou dói-me tanto a lembrança do que melhor sou…ou fui!
E agora sinto-me perdida. Perto da razão que seguramente me indica o caminho mas nada longe doutra data sufocante em que voltarei a não perceber se sou quem esteve contigo ou se apenas sou metade de mim!
 
 

 

música: Placebo

Inventado por alexiaa às 19:37
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2007

Oxigénio

Ultimamente já por algumas vezes que alguém deste meio virtual fez-me referencia ao facto de eu gostar das camas de rede:)).
Não sei porquê mas achei que explicá-lo com uma carta de amor seria uma forma que ela apreciaria e assim “saquei” excertos de várias que por mim vagueiam e fiz delas…dele!
 
 
"Olá :)
 
Este sorriso hoje está um pouco apagado... acho até que nem chegou a sair.
Foi só ao nível da alma por "estares" aqui...
(…)
Também escrevo e apago muitas vezes, também sinto a tua pele, o teu cheiro, os teus cabelos, a tua temperatura... e a minha sobe consideravelmente à medida que me enleio em ti... deitados na rede a sentir a brisa fria, as candeias acesas à nossa volta e deixamo-nos entorpecer pela doçura nostálgica da concertina (toca-a um homem profundamente enamorado de uma mulher que lhe dedica um amor silencioso e irrepetível).
De manhã acordo muito cedo, cheio de vontade de te falar, de te ouvir. Aconchego-me mais a ti, beijo a tua orelhinha silenciosamente, passeio as mãos pelas tuas costas e ancas numa suavidade de quem não quer (querendo muito) acordar-te desse sono livre mas preso nos meus braços. És linda! Murmuras um qualquer ronronar entre o doce despertar e uma sonolenta ira. Perguntas-me o óbvio: "já estás acordado? Que horas são?"...a tua voz desperta-me os sentidos. Quero que acordes mas digo-te para dormires. (tu, do contra, dás-me uma dentadinha no queixo e não dormimos mais...)
(…)
Uma vez que não virás aqui agora, vou-me estender na rede e tentar
descansar... também tenho dormido pouco e fantasiado muito.
 
Beijo doce e um abraço envolvente
 
Do teu
 (…)"
música: Gal Costa

Inventado por alexiaa às 01:31
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Sábado, 19 de Maio de 2007

Actualmente…um estojo repleto de borrachas!

Sexta-feira! Não esta…uma que passou!
Sentada no salão a tratar das mãozinhas delicadas…preparando-me para zarpar daqui para fora assim que entregasse as deliciosas criancinhas ao pai!
Toca o telemóvel. Merda, este número é familiar…
- Estou sim?! É a mãe do João Francisco?
( Tá tudo fodido)
- Exactamente!
 
 
 E lá fui eu de escantilhão …O anjinho tinha uma borracha enfiada no ouvido tão delicado como as minhas mãozinhas e a enfermeira após efectuar as diligências apropriadas desistiu de a tentar extrair!
Ok...antes de dramatizar e caminhar para o hospital estava na hora de passar nos bombeiros mais perto, a esperança duma resolução rápida ainda girava pela minha mente e o ar dele pacífico e indiferente repercutia-se na minha atitude tranquila.
Escusado será dizer que não houve empenho suficiente do bombeiro de serviço que conseguisse arrancar a maldita borrachinha e os gritinhos do inocente juntamente com o meu fim-de-semana em perigo começaram a agitar-me ligeiramente.
Seguiu-se a inevitável caminhada até ao Hospital. Fizemo-la em silêncio. Ás vezes olhava-o de soslaio dividida entre a preocupação e a vontade de o “espancar” e ele retribuía com expressões “Kalimerescas” (De Kalimero) inteligentes e contidas!
Os procedimentos decorreram com normalidade e dentro dum tempo razoável. O menino de ouro é finalmente encaminhado para a especialidade competente e começa então uma “novela” para a qual ninguém estava preparado.
Não há equipamento que lhe tire a maldita borracha. Ele rebela-se e solta injúrias de fazer corar as pedras de calçada. A médica esforça-se para o acalmar sem resultado e após vários métodos inúteis a sentença é a de bloco operatório na segunda-feira!
Entre recomendações para o fim-de-semana e receita de antibiótico surge outro médico curioso com o falhanço das tentativas e eis que depois de alguns segundos de conversa se dirige a mim para uma pergunta de rotina e me reconhece.
Não vou esquecer o seu ar de espanto. A expressão “ Que raio se passa com os orifícios auditivos desta família?!” era clara nos olhos dele, tinha sido o médico que aqui há tempos me tirou um brinco que inexplicavelmente se enfiou no meu ouvido!
Nesta altura pensei que já nada podia piorar. Marquei a intervenção o mais rápido possível e ligeiramente pirei-me dali para fora.
Já na rua faltava-me uma peça no puzzle.
- João, não voltes a distrair-te desta forma, é perigoso e atrasa-me os planos!
- Mãe, eu não me distrai. Só tinha aquela borracha, já estava pequena e quis guardá-la para não a perder!
 
música: Depois disto...só o Vendetta:)

Inventado por alexiaa às 15:35
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Terça-feira, 15 de Maio de 2007

O que mais me custa é saber o quanto te custa a ti…

Trimmmmmmmmmmmmmmmmmm
 
- Estou?
- Amor...
- Estou sim?
- Sou eu amor…não desligues e escuta só o que tenho para te dizer.
- Estou a ouvir, tenta ser rápido por favor…
- Olha amor, é só para te dizer que eu já não sou eu!
- Já não?
- Não amor…deixei de ser eu, não há já motivo para estarmos separados.
- Endoideceste??? Podes dizer-me tudo menos isso…isso não podes dizer!
- Escuta amor, a parte física é a mesma. Não perdi nada do que te desordena, não alterei o desejo irracional que nos ensandecesse, não apaguei a cumplicidade rara que temos.
- Não podes fazer-me isto, não podes ligar inesperadamente e declarar que tu já não és tu!
- E não sou amor…
- Cala-te. Proíbo-te de continuares a atormentar-me, sei lidar com tudo menos com o facto de tu já não seres tu.
- Não sei que queres afinal, o problema não era eu ser quem sou? Está resolvido amor…eu já não sou eu!
- Ou seja…?
- Ou seja…amo-te perdidamente e neste momento eu sou outra pessoa.
- Já te vi perturbado, já te senti injusto, já te ouvi obcecado. No entanto nunca imaginei que o teu egoísmo fosse tão profundo ao ponto de um dia te ouvir dizer que tu já não és tu tendo consciência que com isso não posso lidar!
- Ou seja…?
- Ou seja…
 
Trimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm 
música: Andrew Bird

Inventado por alexiaa às 17:17
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Sexta-feira, 11 de Maio de 2007

Porque a vida é um filme...Love Affair!

Sem ser transcendente…este filme é giro!
A vida não é um filme, mas ás vezes podemos fazer dela uma história cinematográfica fantástica!
 
 
Este trailler não têm imagens…também não é necessário porque os sons transportam-me para um pacto idêntico:)
 
 
 
 

 

http://www.starpulse.com/Actors/Beatty,_Warren/Trailers/5361/

Inventado por alexiaa às 20:13
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Sexta-feira, 4 de Maio de 2007

Sei lá...é um busilis!

Aqui sentada a sentir-me especial, a sorrir do segredo que foi as palmas das nossas mãos coladinhas…
Sossegadinha não evito a ternura dum sorriso, a candura dum pensamento, a acalmia dum sentimento.
Neste exacto momento levito quando revejo o nosso beijo, a nossa pausa de frente para o mar…
Envergonhada não finjo o arrebatamento de noites impúdicas, a inocência de toques excitantes, a mansidão de orgasmos turbulentos.
Hoje brilho sem me aperceber quando recordo o teu olhar desconcertante, a tua certeza em me quereres, o teu adorar precipitado…
Contida não controlo a retribuição de palavras carinhosas, a promessa dum presente arrebatador, a esperança num dia seguinte surpreendente.
 
Mentiria se não admitisse…concilias-me contra a minha vontade!
 
 

Inventado por alexiaa às 20:02
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O minimo sobre mim

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