Quinta-feira, 27 de Abril de 2006

Dormência

Ainda consigo sentir angústia de querer e não conseguir alcançar o toque da tua mão, a emoção do teu olhar quando previas abraçar-me, o murmúrio dos teus lábios quando me beijavas o pescoço sorrateiramente…
Nas tuas palavras visualizei tardes mansas de paz, manhãs quentes de mimos, noites agitadas de…agitação.
Nos nossos momentos pressenti passeios silenciosos de cumplicidade, danças lânguidas e eternas, sonhos partilhados no sono.
Nas tuas promessas acreditei, fechei os olhos e nunca duvidei…
Em nós depositei a minha fragilidade, a minha superioridade…
E ainda estou capaz de sentir o tormento que é precisar de ti e não te ter comigo, a sensação que o tempo não me acode, a dormência que nos invade quando pensamos em conformar-nos…
 
Mais um que parece inacabado…porque elas não moem, algumas “matam” !!!
 

Inventado por alexiaa às 22:28
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Quarta-feira, 26 de Abril de 2006

Exacto, é este o caminho!

Quem não têm cão caça com gato e eu sou muito desenrascada :)
 
Beijo e uma boa semana!
 

Inventado por alexiaa às 19:34
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Terça-feira, 18 de Abril de 2006

A ausência de sexo...

O tema não vai abonar muito em meu favor mas…eu aqui é relativo!

A ausência de sexo é destabilizadora do raciocínio!

Facto: ter sexo é uma descarga de adrenalina, queima calorias, melhora o humor, alivia dores de cabeça, relaxa e melhora a insónia.

Há sem duvida um sem números de benefícios agregados ao acto sexual e numa pesquisa “light” deparei-me com algumas constatações que vieram basear a convicção que já tinha mas que não era sustentada em nada:).

O exercício físico que é o sexo, aliado à sensação agradável do orgasmo melhora o metabolismo e fortalece o sistema imunológico. O relaxamento resultante do mesmo melhora o sono e possibilita um melhor desempenho cerebral na tarefa de organizar os neurónios.

Facto adulterado por mim: não ter sexo assiduamente provoca te(n)são o que despoleta um mau desempenho( esta palavra…) no cérebro e consequentemente desorganiza os “ticos” e os “tecos” causando falta de poder de penetração (juro que é um sinónimo de lucidez) na exteriorização do raciocínio.

 

Contra factos ás vezes há argumentos e pressinto que haverá opiniões contrárias mas a verdade é que tudo parece mais claro quando se liberta uma certa rigidez:) , tudo parece mais fácil de analisar quando soltamos a pressão e tudo parece iluminar-se quando sentimos uma imperativa necessidade de descarregar emoções contidas e nos entregamos de corpo e alma a essa necessidade!

Sem mais divagações a verdade é que considero o sexo cúmplice um momento de “cegueira” com consequências extremamente lúcidas ou...talvez não!

 


Inventado por alexiaa às 01:35
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Sexta-feira, 7 de Abril de 2006

Por enquanto...

Secretamente pensei em “nós”, naqueles dias em que sozinha encostava a cabeça nos meus ombros e mesmo não estando comigo sorrias ao olhar-me…

Tempos de dor em que as ilusões murmuravam-me aos ouvidos palavras e sons serenos.

Despedir-me do tempo em que muito imaginei é agora estranho, é como se o consolo que em silêncio me deste perdesse o significado, como se a certeza que sempre tive do teu doce adorar (me) não passasse duma impressão minha, como se eu fosse a única a viver este sonho …

Estive “presa” a lembranças, “viciada” nos momentos que passamos juntos, estive sempre rodeada da certeza e da duvida, amada e abandonada, ausente e presente, desejada e rejeitada, perdido para sempre e caminhando para os meus braços!

Secretamente penso nos dias que passei sem ti mas contigo…

Tempos de toques fantasiosos…


 E o texto fica a meio…até surgir uma forma de reinventar certezas…!


 


Inventado por alexiaa às 20:44
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Sábado, 1 de Abril de 2006

Nada

A loucura momentânea que nos leva a ter vontade de bater com a cabeça contra a parede mais próxima, o desespero da frustração ser uma evidência fatal, a certeza lúcida que nada valemos, que chegámos ao limite, que o fundo recebe o nosso corpo e ali rastejamos lentamente até o cansaço nos obrigar a parar e cedermos finalmente ao abandono físico restando apenas uns gemidos que propositadamente são fracos para não provocarem tentativas de socorro…

Cá estou, num dia em que me sinto infame, numa noite sóbria que teimo em embriagar de ilusões, num momento sem duvidas que estupidamente ignoro, num desejo de adormecer e sair do canto, da parede, do fundo…

Hoje, nesta loucura nocturna, neste segundo doloroso, por entre estes gemidos discretos, penso em “atirar-me” conformada, imagino-me numa descida suave e libertadora, anseio por um fundo convidativo de tão negro, sossego ironicamente com a convicção que me arrastarei vagarosamente dias sem conta e noites sem fim…até a fadiga vencer e finalmente “aterrar” no meu profundo fim!


Inventado por alexiaa às 03:17
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