Sexta-feira, 7 de Abril de 2006

Por enquanto...

Secretamente pensei em “nós”, naqueles dias em que sozinha encostava a cabeça nos meus ombros e mesmo não estando comigo sorrias ao olhar-me…

Tempos de dor em que as ilusões murmuravam-me aos ouvidos palavras e sons serenos.

Despedir-me do tempo em que muito imaginei é agora estranho, é como se o consolo que em silêncio me deste perdesse o significado, como se a certeza que sempre tive do teu doce adorar (me) não passasse duma impressão minha, como se eu fosse a única a viver este sonho …

Estive “presa” a lembranças, “viciada” nos momentos que passamos juntos, estive sempre rodeada da certeza e da duvida, amada e abandonada, ausente e presente, desejada e rejeitada, perdido para sempre e caminhando para os meus braços!

Secretamente penso nos dias que passei sem ti mas contigo…

Tempos de toques fantasiosos…


 E o texto fica a meio…até surgir uma forma de reinventar certezas…!


 


Inventado por alexiaa às 20:44
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12 comentários:
De Araj a 9 de Abril de 2006 às 21:56
Como é doloroso pensar/recordar um nós que deixou de o ser... como eu por vezes te compreendo


De obvio a 11 de Abril de 2006 às 02:17
A espera n pode esperar-se a si propria no termo do seu proprio passado,encantar-se c as suas lembranças, nem apoiar-se na coragem q nunca lhe faltou.
O q doi n é a memoria, é o esquecimento.
É obvio...q do fundo de ti propria a espera nunca parou de esperar...por "alguem".
Acredito no "recomeço", pq a "presa" se libertou desse vazio.



De Essa_Miuda a 11 de Abril de 2006 às 10:48
,,,,,


De Essa_Miuda a 11 de Abril de 2006 às 10:50
Eu acho que é positivo termos a capacidade de nos libertarmos do "tempo em que muito imaginamos..." para entrarmos num novo espaço em que a reinvenção nos torna o caminho menos penoso... Já dizia o poeta: "No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo... as andorinhas é que mudam..."

Beijinho grande.


De Tacitus a 11 de Abril de 2006 às 11:04
Tocante texto...a palavra consegue aqui exprimir na plenitude o teu estado de alma...reinventar certezas..dificil tarefa...um beijo com carinho...


De MoonLight a 11 de Abril de 2006 às 17:09
Hum! Deixa sair... deixa voar esse sentir! E dá uma nova oportunidade ao teu coração. Muita força. Bjs de Luz


De Lobo Solitário a 12 de Abril de 2006 às 13:41
Fica a meio. Eu, se fosse a ti, ia ter com esse melro de quem falas. Isto é, se ainda fores a tempo.


De imensa a 12 de Abril de 2006 às 21:55
estas nossas ilusões...

pascoa feliz

um beijo imenso


De gostomuitissimodeti a 12 de Abril de 2006 às 21:58
não será certamente a última história que fica a meio.
Nenhuma obra de arte é acabada!

um beijo de feliz páscoa


De Afonsinetes a 14 de Abril de 2006 às 12:52
Olá alexiaa! Obrigada pelo teu belo comentário! Eu acho que tens muita razão..eu própria não tinha visto as coisas desse estado e é por isso mesmo que deixei este post durante algum tempo para que esse fosse possível chegar a diversas conclusões! Talvez seja isso mesmo, não haver ninguém com poder que faça alguma coisa para tirar o teatro da crise! Quanto à última ideia...não sei o que dizer mas Portugal tb não é muito amante de teatro preferem em mais um jogo de futebol!
É muito bom receber comentários deste tipo, isto é de gente que já é mãe que tem maturidade suficiente para falar muito melhor do que eu e para me ensinar alguma coisa! Quanto ao teu post acho que não sou a pessoa indicada para falar dum texto tão intenso! Desculpa! Bjs e boa páscoa!


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